sexta-feira, 19 de maio de 2017

Tragédia em Canindé completa 03 anos

Domingo, 18 de maio de 2014. 8h25. BR-020, km 303, Canindé, a 120 quilômetros de Fortaleza. Um motorista de ônibus da Viação Princesa dos Inhamuns, com 39 passageiros a bordo, perdeu o controle do veículo em uma curva. O transporte tombou e deslizou na rodovia por alguns metros.

Pedaços de corpos ficaram pelo caminho, em um rastro de sangue que, para quem viu, é impossível esquecer. Cenas dignas de guerra, expostas à luz do dia, ladeadas pelo desespero de quem presenciou o fato. 16 pessoas morreram ali e tiveram seus corpos empilhados sendo 14 dessas de Boa Viagem no Sertão Central. Outras duas vítimas faleceram no hospital.


Hoje, três anos após a tragédia, as famílias ainda sofrem ao relembrar daquele 18 de maio. As lágrimas caem dos olhos para lavar a dor da alma. O choro, contudo, não quer dizer desistir de viver. Os familiares dos que partiram no sinistro formaram uma associação, e lutam para obter o mínimo. "Quero da empresa apenas que concedam um lugar para acender uma vela para meu filho", relatou uma mãe.

Após o ocorrido que repercutiu no país inteiro por tamanha proporção, no local foram instalados foto sensores para tentar intimidar quem trafega em alta velocidade, além disto a empresa Princesa adotou medidas rigorosas para quem seguir viagem em suas linhas, o passageiro agora tem o direito de escolher se quer pagar ou não pelo seguro de vida e um auxiliar de motorista confere se o passageiro está utilizando o cinto de segurança que é obrigatório, essas medidas são para tentar impedir que futuros casos como este possam acontecer, a maioria sem cinto de segurança ficou vulnerável dentro do veículo, alguns conseguiram escapar por conta do uso.


Fonte Sert News e Diário do Nordeste

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