terça-feira, 30 de junho de 2015

Urbanização de orós, população está esperando

O projeto arquitetônico de urbanização das Avenidas Custódio Nunes, Epitácio Pessoa e Gabriel Bezerra e das praças Anastácio Maia e Roberto Rolim na cidade de Orós-ce, consiste em reformar as avenidas e as praças citadas, passando a se constituir apartir desta reformulação, em um marco urbano na cidade de Orós.
A área de intervenção é de aproximadamente 18.000,00 m², dentro de uma proposta moderna, valorizando o espaço urbano, constando em seu desenho:
•Redimencionamento e padronização da caixa da rua
•Estacionamentos lindeiros à avenida, distribuídos ao longo do percurso
•Pontos de moto-taxi
•Estacionamento para motos
•Aumento da dimensão do passeio, com paginação de piso dinâmica e inovadora.
•A praça Anastácio Maia será revitalizada, contendo os seguintes elementos: coluna da hora, anfiteatro, playground, espelho d’água com fontes, jardins, mastros para asteamento de bandeiras, praça de alimentação com cobertura metálica em desenho moderno e arrojado, nova iluminação.
•Na reforma da praça Roberto Rolim constará um palco circular coberto com lona tensionada para diversas apresentações e um monumento composto por quatro braços arqueados que convergem e se unem no centro sustentando um cilindro metálico que abriga uma luminária, a qual foca na parte central da composição uma estátua sobre base cilíndrica de granito toda rodeada por um passeio com guarda-corpo de aço inox polido e espelho dágua com fonte
O projeto contempla também em seu programa os seguintes itens: canteiros com arborização e paisagismo, piso em cerâmica antiderrapante e atérmica com paginação diferenciada, mobiliário urbano personalizado ( bancos, lixeiras, rampas para deficientes, etc. ), iluminação específica em cada árvore, nas fontes, iluminação geral com postes de concreto e postes-jardim personalizados.
O partido arquitetônico prima pela humanização dos espaços públicos, oferecendo aos cidadãos qualidade e conforto ao trafegar pela cidade, além de contribuir para enriquecer o potencial paisagístico e urbano de Orós.

Inauguração de pavimentação de ruas em palestina-orós


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Reajuste-o que mudou na aposentadoria em 2015

Fórmula de valorização do salário mínimo também seria aplicada para calcular o reajuste das aposentadorias 
A Medida Provisória que estende a fórmula de valorização do salário mínimo até 2019 a todas as aposentadorias serviria para resolver um problema iniciado há 24 anos. O primeiro vice-presidente da Comissão de Direito Previdenciário e Assistência Social da Ordem dos Advogados do Brasil secção Ceará (OAB-CE), Vinícius Maia Lima, defende que a valorização da aposentadoria corrigiria o que ele chama de "injustiça histórica", ao se referir à edição da Lei que rege o benefício, datada de 1991.
A Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (24), a prorrogação da política de valorização do salário mínimo de acordo com a inflação acumulada nos 12 meses anteriores e com a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos últimos dois anos anteriores ao reajuste até 2019. O texto diz, ainda, que a mesma fórmula seguiria para calcular o reajuste das aposentadorias e pensões de quem recebe acima de um salário mínimo. Desde 1991, essa fatia de beneficiários tem o reajuste baseado apenas na inflação, diferente de quem recebe um salário mínimo de benefício. O texto ainda segue para o Senado e na sequência para as mãos da presidente Dilma Rousseff.
Desvalorização
Para o advogado, a medida solucionaria o problema da desvalorização da aposentadoria no Brasil, visualizado nas últimas duas décadas. "Essa é uma reclamação de dez entre dez aposentados que recebem mais que um salário mínimo, todos inconformados com isso. De 1991 para cá, percebeu-se uma política de valorização do salário mínimo e os benefícios previdenciários acima do salário são reajustados apenas pela inflação. E, nos últimos anos, o reajuste do salário mínimo é inflação somada com a variação do PIB dos dois anos anteriores. Ou seja, o reajuste do mínimo é superior ao reajuste dado às aposentadorias. Enquanto o aumento das aposentadorias foi de 6,23%, o salário teve reajuste de 8,8%. Se colocar ao longo dos últimos dez anos, os aposentados com referência de um salário mínimo que recebiam quatro salários no início dos anos 90, hoje recebe menos de dois. Ocorre que isso não é ilegal, pois está na Lei, mas talvez seja injusto com o aposentado", apontou Lima.
O vice-presidente da Comissão de Direito Previdenciário e Assistência Social também destacou que o atual sistema pode desestimular o contribuinte a buscar uma aposentadoria maior, utilizando a desvalorização como argumento.
"De certa forma, esse sistema não deixa de privilegiar quem contribuiu menos com a Previdência. Hoje, aquelas pessoas que contribuíram com valores mais altos estão recebendo praticamente um salário mínimo, e pessoas que se aposentaram com um salário estão recebendo praticamente a mesma coisa que quem contribuiu com dois ou três. Vejo também que essa desvinculação pode ser um desestímulo futuro. Quem está na ativa, pode pensar que não compensa contribuir. O cálculo não é valorizado, então seria melhor contribuir no mínimo, que depois de cinco ou seis anos vai ser a mesma coisa que tivesse contribuído com três salários. Essa é a grande discussão, o valor real do benefício. Se for aprovada no Senado, vai corrigir, na prática, uma injustiça", salientou.
Ainda conforme Lima, o impacto não seria tão alarmante quanto diz o governo. "De certa forma, vai aumentar os gastos com aqueles que recebem mais que um salário mínimo, mas esse percentual é pequeno. Algo em torno de 80%. Essa Lei vai ter um impacto a longo prazo, entretanto. Mas se for discutir custeio e financiamento da seguridade social, que é uma matéria discutível, o governo tem caixa superavitário para toda essa correção. É uma questão de discussão de financiamento da seguridade. Dinheiro no caixa tem, só não esta sendo usado de forma correta", pontuou.
Dilema
A Medida Provisória é de autoria do próprio governo, mas teve inclusa pelos deputados a extensão da fórmula para beneficiar aposentados e pensionistas no cálculo. Para o presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF-CE), Antonio Roque Albuquerque, o dilema do governo acerca de R$ 9 bilhões que poderão ser gastos a mais com a aprovação da medida é desnecessário e poderia ter sido evitado com planejamento.
"O governo poderia não ter a necessidade desse ajuste se não tivesse tido tantos desgovernos nos últimos anos. A sociedade paga uma conta que é necessária ajustar. Temos que viver o momento, que é de ajuste, de parcela de contribuição. Lamentavelmente, pois poderíamos estar sem essa necessidade de sacrifício. É uma situação que poderia ter sido evitada. Estamos vivendo uma crise que poderíamos estar administrando oportunidades e não dificuldades. Temos todos os meios que poderíamos estar administrando com competência as oportunidades de crescimento", disse.
Pessimismo
Já os aposentados não se animam muito com a possibilidade de correção. A presidente do União dos Aposentados e Pensionistas do Brasil núcleo Ceará (Unapeb-CE), Mônica Maria da Silva, se diz pessimista quanto à sanção final da presidente.
"Essa medida é interessante, pois dá uma correção acima do salário mínimo aos aposentados. Se a presidente não vetar, será muito bom. Mas já dizem que ela irá vetar e será mais uma derrota para os aposentados. É triste. Sempre que há um projeto para melhorar a vida do aposentado, esbarra nessas dificuldades de dizer que não tem dinheiro, que a Previdência é deficitária, e não há vontade política para melhorar a vida dos aposentados", reclamou.
Conforme Mônica, os beneficiários "criam uma esperança, mas sabendo que no final sempre será contra, negativo, a desfavor do aposentado. Como as outras medidas também foram da mesma forma. Sempre esbarrando em obstáculos intransponíveis. A gente fica triste pois damos legitimidade aos governantes para fazer justiça social e no fim a gente só vê isso, injustiça com nosso povo".
Levi de Freitas
Repórter.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

inauguração da Assembleia de Deus do sitio caatinga-orós atrai multidões



Aconteceu nesta última quinta feira 18 de junho de 2015, mais uma inauguração de uma igreja evangélica. (Assembleia de Deus templo central) A comunidade contemplada com essa bç
Foi o sitio caatinga no município de orós-Ceara. A festa começou aproximadamente as 19 horas da noite indo até as 21. Uma grande multidão estiveram presentes, pessoas amigas do evangelho e também várias autoridades desta cidade como o prefeito simão Pedro e varios vereadores.

sábado, 6 de junho de 2015

Governo do Ceará pagará parcela do decimo terceiro( salario em julho

 primeira parte do salário extra dos servidores públicos estaduais deve sair no dia 10 de julho 
O Governo do Estado vai desembolsar, em julho, R$ 400 milhões para o pagamento da primeira parcela do 13º salário aos 130 mil servidores públicos estaduais ativos, inativos e pensionistas. A informação foi divulgada ontem, pela Secretaria da Fazenda (Sefaz), junto do calendário de pagamento dos servidores até o fim deste ano.
A segunda parcela do 13º deverá ser paga no dia 18 de dezembro, de acordo com o calendário. Ao todo, a folha de pagamento dos servidores estaduais soma R$ 750 milhões, segundo a Sefaz. A secretaria informou, ainda, que os descontos relativos ao 13º serão efetuados apenas no pagamento da segunda parcela, no fim do ano.
A escolha do dia 10 de julho para o pagamento da primeira parcela, segundo o secretário da Fazenda, Mauro Filho, é para atender à modernização do sistema da Folha de Pagamento, com a implantação da identidade funcional com biometria, que está sendo executada pela Secretaria do Planejamento e Gestão do Estado (Seplag).
"Além de estarmos cumprindo com um compromisso histórico de antecipar o benefício aos nossos servidores, com o pagamento estaremos movimentando a economia cearense com a injeção desses recursos", comenta o secretário.
Contribuição no comércio
O montante a ser pago para os servidores, com o 13º deve incrementar o desempenho do comércio em julho, com a movimentação turística, segundo projeta o presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), Cid Alves. "As férias do meio do ano, por terem um período mais curto, a gente tem um movimento superior ao fim do ano, com mais turistas procurando o clima temperado. Agora, essa injeção vai ser muito boa e saudável para movimentar a economia do Estado", explica Alves.
O presidente do Sindilojas afirma, ainda, que espera que as esferas municipal e federal adotem a mesma medida, antecipando a primeira parcela do 13º, o que pode contribuir ainda mais para o aquecimento do comércio nesse período delicado da economia do País. "Essa movimentação gera emprego e receita tanto para nós quanto para os governos federal, estadual e municipal", complementa Alves.

Elizeu filho visita obras em orós